Os códigos amorosos, de antigamente até hoje em dia

Os códigos amorosos, de antigamente até hoje em dia

 Uma crença medieval europeia diz que no 14 de Fevereiro, os pássaros començam a acasalar.

O hábito de enviar cartas nesta data vem da famosa carta escrita pelo padre Valentim, sacerdote dos namorados, no dia da sua morte. Assim, hoje em dia, em ocasião do dia dos namorados, enviam-se mais de milhões de cartas.

Desde esta época até os dias de hoje, existem muitos e curiosos códigos utilizados para declarar o amor eterno.Os apaixonados enviam cartas cada vez mais elaboradas e curiosas. Algumas ilustradas com corações vermelhos, símbolo dos namorados, de Cúpido com seu arco e flecha; outras são mais sofisticadas e são decoradas com fitas, plumas, ou ainda perfumadas. Elas portam as mensagens dos namorados, algumas são poéticas, mas todas declaram seu amor eterno.

Na Idade Média, o dia dos Namorados era uma das festividades do ano mais populares da Europa. Assim, quando Carlos, Duque de Orleans, foi encarcerado na Torre de Londres em 1415, enviou a sua esposa uma carta para o dia dos namorados, perpetuando assim o mito dos namorados.

Além disso, as cartas costumam ser assinadas com pequenas cruzes para exprimir 1000 beijos. Estas cruzes são o fruto de uma tradição que vem do catolicismo: a cruz simboliza a fé. Quando assinamos com uma cruz é necessário beijar a cruz... daí o significado de porquê passamos da cruz ao beijo.

Em toda a Europa os namorados mais entusiastas elaboram diferentes práticas e estratégias para exprimir seu amor à pessoa escolhida. Por exemplo, no País de Gales fabricam-se colheres de madeira em forma de chave ou de coração mostrando assim ao destinatário como pode libertar o coração da pessoa que o envia.

Também, para declarar seu amor, os namorados escrevem o nome da pessoa amada num globo e atam-no à manga.