Nossa entrevistada deste mês de abril - Rosangela Lyra

Nossa entrevistada deste mês de abril - Rosangela Lyra

Rogangela LyraNossa entrevistada deste mês de abril  <?xml:namespace prefix = o />

Rosangela Lyra é daquelas executivas globais ligadas em tudo que acontece no planeta. Com uma agenda lotada de compromissos, a Diretora da Dior no Brasil (também Presidente da Associação dos Lojistas da Oscar Freire, Conselheira do Turismo Francês e voluntária da Aliança da Misericórdia) nos conta como faz para recarregar as energias no inverno francês e dá dicas do que fazer em Courchevel, estação de esqui preferida dos fashionistas.

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FG: Rosangela, você tem o hábito de esquiar?  Já conhecia Courchevel?

Eu esquio há mais de 20 anos, conheço estações de esqui em diversos países. Normalmente associo a viagem de trabalho às férias de inverno nos Alpes Franceses.  

Tenho o hábito de esquiar pelo menos uma vez ao ano. Dentre todas as estações, prefiro Courchevel, onde vou há 15 anos.

FG: O que Courchevel tem de diferente?

Courchevel, além de ter todos os modernos meios de elevação e o charme francês, é o maior domínio esquiável do mundo,oferecendo uma enorme opção de pistas, em todos os níveis de dificuldade , proporcionando diversão para para os principiantes e até para que quer ter mais emoção fora das pistas.

FG: Além do esqui o que pode ser feito?

Passeios de helicóptero, moto na neve, caminhadas com raquete nos pés para as subidas ou cross country ski de fond , uma mistura de caminhada com esquis especiais nos pés, um super exercício na neve no meio dos pinheiros.

Ambos podem ser praticados individualmente ou em grupo. São 100 km de pistas para este esporte.

Os meios de elevação são perfeitos e facilitam o aproveitamento dos três vales que engloba 3 cidades vizinhas que são conectadas pelas pistas: saímos de Courchevel e vamos até Meribel e Val Thorens sem tirar os esquis dos pés.

FG: Quais os pontos imperdíveis da estação?

Há uma variedade de hotéis e chalés, com preços compatíveis com o visitante.

A cidade tem um charme, uma beleza que encanta a todos, e tem acesso por trem vindo de Paris e depois meia hora de carro da estação.

Outra opção de acesso é por avião, aeroporto de Génève, que fica a 2 horas de Courchevel de carro.

FG: Que dicas de restaurantes e pratos?

Os restaurantes nas pistas são fantásticos e apresentam uma culinária  digna da França, com cardápio para todos os gostos, por exemplo, Cap Horn e La Coupole.

Fora das pistas, são várias as opções de restaurantes. Um deles é no hotel onde  costumo me hospedar, Cheval Blanc, que é considerado um dos melhores hotéis e que tem um serviço que considero perfeito. Amo também chegar do esqui, com frio e cansada, e comer o crepe no Grand Marnier. Há também a pizzaria La Cendrée e um restaurante bem balado e dançante Le Mangeoire.Imperdível.