França, terra do futebol

  • UEFA EURO 2016 na França

    UEFA EURO 2016 na França

    © iStock/Anna Bryukhanova

  • O futebol, esporte universal por excelência.

    O futebol, esporte universal por excelência.

    © (c)batwayne

  • Stade de France, Paris

    Stade de France, Paris

    © Stade de France® - Macary, Zublena et Regembal, Costantini – Architectes, ADAGP – Paris 2015 - Photographe : F.Aguilhon

  • Vélodrome, Marselha

    Vélodrome, Marselha

    © D.Rogeon-Benoy-MIR

  • Stade Toulouse

    Stade Toulouse

    © Ville de Toulouse - Patrice NIN

  • Stade Geoffroy Guichard (Saint-Etienne)

    Stade Geoffroy Guichard (Saint-Etienne)

    © Chaix et Morel Associés / Saint-Etienne Métropole / Charlotte Piérot

França, terra do futebol

Esporte universal por excelência, o futebol também tem a sua importância na França: nos quatro cantos do país, ele é praticado! Cada um vibra pelo seu clube, todos defendem as cores nacionais. Com a UEFA Euro 2016, o futebol francês revela um belo crescimento.

De Lille a Marselha, da Bretanha aos Alpes, são milhares de pessoas vão aos estádios, a enchem as arquibancadas, e fazem previsões sobre o placar. Ao todo, 18 mil clubes amadores e 2 milhões de membros (+ 6% de aumento em 2014), de ambos os sexos, fazem girar o planeta futebol.

A história épica de Les Bleus em 1998

Este evento reúne as estrelas deste esporte. Estrelas que encarnam a história épica da equipe nacional conhecida como Les Bleus. Já em 1984 e 2000, os Franceses tinham obtido a Taça e foi coroado o melhor país do futebol no continente. Mas é um ano mítico que faz disparar ainda as paixões dos aficionados: 1998.

Lembrem-se ! No dia 12 de julho do mesmo ano, em um estádio lotado que, para um homem, estava torcendo por Les Bleus, conseguiram o impossível ao ganhar o título de campeões do mundo contra o Brasil (3-0). Zidane, Barthez, Deschamps... nomes lendários que ficarão para sempre gravados nas memórias dos apoiantes franceses.

Clubes carregados de história

O pão nosso de cada dia do apaixonado de futebol francês continua a ser o campeonato nacional.  competição de elite da Ligue 1 (20 clubes) inclui uma série de clubes míticos, desfrutando de boas temporadas ou más estações, e desencadeia as paixões dos adeptos que mantêm um olho sobre o progresso do seu clube através dos campos de futebol da França e toda a Europa.

Pensamos no clube da capital, Paris Saint Germain, que foi campeão francês desde 2013 e desafia os grandes do futebol europeu: FC Barcelona, Bayern de Munique ou mesmo Real Madrid (Espanha) e Juventus de Turim (Itália).

OM vs OL

No sul do país, o Olímpico de Marselha (OM) não fica de fora. Continua a ser o único clube francês a ter o nome gravado na Taça da Europa, como clube campeão em 1993.

Citemos também o Olympique Lyonnais (OL) que venceu 7 títulos de campeonato francês 2002-2008.

E como esquecer o A.S Saint-Etienne ? Clube mítico que, nos anos 70, que abriu o caminho para clubes franceses de futebol chegar à final da taça da Europa (1976).

10 estádios... 10 cidades para acolher a Euro 2016

Em termos de infra-estrutura, a perspectiva de organizar o UEFA EURO 2016 ™ tem permitido ao país modernizar os 10 centros esportivos nacionais que foram selecionados para sediar a competição.

Tal aconteceu em Saint-Etienne (Estádio Geoffroy Guichard – 40830 lugares), Toulouse (Le Stadium - 35 575), Marselha (Estádio Vélodrome - 67394), Lens (Estádio Bollaert - 41 233 ) e Paris (Parc des Princes - 50 370) cujas instalações foram dadas um novo sopro de vida com, nomeadamente, um aumento significativo na capacidade de lugares.

Outras cidades como Lyon (Stade des Lumières – 61 556), Bordéus (Le Nouveau Stade - 42 052), Nice (Allianz Riviera - 35 624) e Lille (Estádio Pierre-Mauroy - 50 186) construíram novos estádios equipados com a mais recente tecnologia de ponta.

Quanto à região parisiense, além do Parc des Princes, poderá contar com o maior complexo do país, o famoso Stade de France (capacidade de 81.338) em Saint Denis, um lembrete da vitória sagrada da Copa do Mundo pela Les Bleus em 1998.

Dezoito anos mais tarde, a história, com H maiúsculo, irá se repetir na cena continental desta vez?

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