Dadaísmo e Surrealismo

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Dadaísmo e Surrealismo France fr

É durante a Primeira Guerra Mundial que Marcel Duchamp cria os primeiros objetos estranhos do Dadaísmo. São os « ready-made », como uma roda de bicicleta montada em um banquinho ou ainda um penico enviado a Nova York em 1917. O movimento Dada tem início em Zurique, em 1916. Este nome, escolhido ao acaso em um dicionário, reúne o escritor T. Tzara e o pintor suíço H. Arp.

Os artistas M. Duchamp, Picabia e o fotógrafo Man Ray, em New-York, lançam o movimento Dada, que se torna moda em toda a Europa, principalmente na Alemanha, com as fotomontagens de R. Haussmann e J. Heartfield. Oriundo da guerra, o Dadaísmo tenta relativizar o absurdo do mundo, assumindo-o.

Nos anos 1920, sucedendo o Dadaísmo, o Surrealismo é anunciado pelo italiano G. De Chirico, que situa estranhamente naturezas mortas no centro das perspectivas de um “mundo metafísico”. Seu amigo G. Morandi permanecerá em um mundo poético à parte. Encontramos também Picasso, Matisse e Braque, Dunoyer de Segonzac, Dufy e muitos outros. O Surrealismo, dedicado à onipotência do sonho, aparece claramente em 1924, em torno da personalidade de A. Breton.

H. Arp, M. Ray e M. Ernst passam do Dada ao Surrealismo sem nenhum problema. R. Magritte, P. Delvaux e S. Dali fazem escola. Edições, revistas e exposições garantem, com Marcel Duchamp, a vitalidade do movimento, que durará até 1945, apesar da ascensão do nazismo.

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