A França no curso d’água

Published on 23 abril 2013
  • © ATOUT FRANCE/CRT Franche-Comté/C. Garnier

A França no curso d’água 75000 Paris fr

A França no curso d’água: em busca de serenidade, calmas e paisagens excepcionais...

Todos os anos, cerca de 160.000 turistas franceses e estrangeiros vêm descobrir os encantos do turismo fluvial na maior rede europeia de vias navegáveis.

Imensos e díspares, os 8500 km da rede unem os cinco principais rios da França (Sena, Loire, Garona, Ródano e Reno) por uma série de canais de junção perfeitamente transitáveis.
A bordo de um barco, a vida estende-se lentamente, nunca a mais de 10 km/h, a tal ponto que os passageiros rapidamente esquecem relógios e celulares. Nesse ritmo, eles podem relaxar, ler, tomar sol, preparar tranquilamente as refeições, jogar baralho.


Os amantes da natureza não se cansam da calma das margens selvagens do Doubs. Eles amam andar de barco de fundo chato no labirinto líquido do marais Poitevin, ao norte de La Rochelle, ou surpreender flamingos rosa e cavalos selvagens em Camargue em Bouches-du-Rhône.

Em Amiens...

Eles são surpreendidos pelo emaranhado dos canais em torno dos "hortillonnages". Criados pelos romanos, dois mil anos atrás, nos braços pantanosos do Soma, esses lotes de terras cultivadas dão até três colheitas por ano.

Na água, a paisagem revela sua diferença, debulhando em silêncio testemunhas silenciosas de um passado distante: antigos vaus, moinhos com rodas fixas, vilarejos sonolentos em torno de seu campanário, castelos agarrados ao topo de uma falésia...

O Sena...

Vistas da água, as cidades adquirem uma majestade singular. Verdadeira avenida, o Sena ordena, magistralmente, os mais prestigiados monumentos de Paris (Notre-Dame, o Louvre, a Torre Eiffel...) de um lado e do outro de seu sulco líquido.

Em Estrasburgo...

O distrito da “Petite France”, atravessado por uma rede de canais, preservou suas pontes cobertas medievais e suas casas de madeira em enxaimel decoradas com gerânios.
Um dia de velejadores é ritmado pelas passagens de eclusas. Os aprendizes tentam não bater o barco contra as paredes da eclusa. Os mais experientes aproveitam a oportunidade para falar com o responsável da eclusa sobre a evolução recente do transporte fluvial.

Uma vez em terra, o velejador converte-se em turista comum, especialmente se ele tiver trazido uma bicicleta.

Alguns se contentam em visitar a igreja do vilarejo, em fazer compras, ou simplesmente conversar, caminhar, pedalar, passear na vizinhança imediata da embarcação.

Outros se afastam para admirar o retable d’Issenheim, no Musée de Colmar (Alsácia), reúnem-se na abbaye cistercienne de Fontenay (Borgonha) ou descobrir as cidades medievais de Aigues-Mortes e Carcassonne (Languedoc-Roussillon).

O planejamento de trilhas e ciclovias e a criação de áreas de lazer ou refúgios rurais nas antigas casas das esclusas fazem parte de um ambicioso programa de desenvolvimento de nossas vias navegáveis. Cais, velhas construções e áreas industriais transformam em marinas.
Os 242 km do canal de Borgonha, por exemplo, são, agora, equipados com painéis de sinalização, que convidam os turistas a descobrir os diversos monumentos da região, indicando lojas e serviços, mas também muitas celebrações, festivais e exposições organizadas nas aldeias durante a temporada de verão.

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